Arquivo para Junho, 2006

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Espelho

Originally uploaded by FBruno.

Um acessório importante (mas não obrigatório) para quem circula diariamente é o espelho retrovisor.

Nalgumas bicicletas é mais importante do que noutras, nomeadamente numa reclinada onde fica mais difícil olhar para trás (como é o caso desta).
Já as luvas que por uma questão de conforto são importantes numa bicicleta ‘normal’, deixam de o ser neste caso!

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Governo britânico incentiva alunos a irem para a escola de bicicleta

Para quando iniciativas do género do Governo Português?
Não peço que construam ciclovias, se simplesmente começarem a falar no caso, mesmo que não gastem um cêntimo já será um grande avanço…

PUBLICO.PT
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Inácio Rosa/Lusa (arquivo)
Governo britânico incentiva alunos a irem para a escola de bicicleta
26.06.2006 – 23h52 AFP
O Governo britânico vai duplicar o orçamento de uma iniciativa que pretende encorajar os alunos a irem para a escola de bicicleta, anunciou hoje o Ministério dos Transportes.O projecto, que vai investir 45 milhões de euros em três anos, salienta a importância da segurança, com a criação de novas ciclovias que liguem as escolas e um plano de formação para as crianças.

“Se conseguirmos que as crianças se desloquem em bicicletas desde cedo, conseguiremos importantes progressos para a sua saúde, para o ambiente e para o tráfego”, disse o ministro dos Transportes, Douglas Alexander.

O anúncio foi bem recebido pelas associações de ciclistas e suscitou o cepticismo da oposição.

Em Londres, menos de dois por cento de todas as deslocações são feitas com bicicleta. Em Amesterdão essa percentagem é de 28 por cento, em Copenhaga 20 por cento e em Munique doze por cento.

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Tertúlia sobre a Massa Crítica

Jornal de Notícias – Massa Crítica quer bicicletas na capital

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Massa Crítica quer bicicletas na capital

Quando de manhã Frederico sai de sua casa, na Mouraria, em Lisboa, e pega na bicicleta para ir até ao Parque das Nações, onde trabalha, já sabe que deverá demorar cerca de 50 minutos a fazer o trajecto. O percurso é o mais longo, mas também o menos acidentado, para que possa chegar ao emprego, quase sem transpirar.

Frederico é um dos vários participantes do movimento Massa Crítica de Lisboa, que ontem se reuniram numa tertúlia, para a apresentação do movimento e para debater a viabilidade da utilização da bicicleta e de outros meios de transporte não motorizados na capital. O encontro contou com a presença de muitos interessados, que após a apresentação da Massa Crítica colocaram as suas questões.

O movimento – que nasceu em S. Francisco, nos Estado Unidos da América, em 1992 – surgiu em Lisboa há cerca de três anos e conta com cerca de 140 entusiastas. Todas as últimas sextas-feiras do mês, os participantes (e também os que não são, mas queiram aderir), reúnem-se junto ao Marquês de Pombal, para um passeio pela cidade. O percurso é definido na altura e os veículos pedem ser bicicletas ou trotinetas, passando pelos patins. Ou seja, todos aqueles que não sejam poluentes.

Luís Mota explicou, ao JN, que a intenção do movimento que integra, é chamar a atenção dos responsáveis para o uso da bicicleta. "O nosso objectivo é combater a ideia que se instalou que tem de se andar de automóvel", afirmou. "Pretendemos que a utilização da bicicleta seja vista de uma forma prática. Estamos muito dependentes do petróleo e é necessário reduzir essa dependência", argumenta.

"A utilização regular da bicicleta iria ajudar a descongestionar o trânsito e é muito mais saudável", garantiu, Luís Mota, um dos intervenientes na tertúlia de ontem, onde foi apresentado o Trajecto Farol.

"O Trajecto Farol permitiria dar mais visibilidade à bicicleta. A ideia é a criação de um percurso, do Lumiar ao Terreiro do Paço (o mais central possível), para ser utilizado por quem usa este meio de transporte", explicou, dizendo ainda que este trajecto ainda está a ser estudado. «Ainda estamos a olhar para ele», admitiu.

Mónica Costa 

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epaedia – Breathing problems

epaedia – Breathing problems

Estimates of the air pollution impact made within the European Commission Clean Air For Europe (CAFE) programme found that for the whole EU about 350 000 people died prematurely in 2000 due to outdoor air pollution of fine particulate matter (PM2.5) alone. This corresponds to an average loss of life expectancy of about 9 months for every EU citizen. The effect is comparable to the loss of life expectancy due to road accidents in the EU.

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